Ola!
Retornei hoje de Auditoria. Estive fora dois dias e parece que perdi contato com o mundo. É isso aí. Quando a gente está em auditoria, absorve-se de tal modo no que está fazendo que é praticamente impossível manter contato com o que está acontecendo.
Pois é, não tinha falado. Sou auditor público de um órgão do governo. Prefiro não declinar de qual para não me tornar pessoal demais. Apenas a título de informação é o que basta para algum possível interlocutor virtual que até agora não sei quem possa ser, pois até agora não recebi nenhum feedback dos poemas que tenho publicado aqui.
Mas também isso não tem muita importância. O importante é que estejam me vendo e lendo o que eu tenho escrito. O retorno, para mim, seria interessante só para eu ter certeza de que estou no ar e de que não estou falando sozinho, mas acho que com o tempo isso vem.
Um abraço.
Só para não perder o hábito lá vai mais um poema.
CHURRASCO
(Ao Gaúcho, mestre por excelência da arte de assar a carne)
Pinga a gordura
da carne
sobre o fogo
que em chamas
a(s)cende
e a lambe.
O fogo
que ameaçava
apagar
co’a carne
que se pôs sobre ele
se atiça
em chamas.
Suga o suco
que a carne
lhe derrama.
Ameaça a queimar.
Separa-os
o assador,
para que o fogo
aceso em chamas e amor
não destrua
o objeto do seu ardor
carne
apenas a asse.
Até o instante
em que o odor
da carne assada
indique ao assador
que pronta está
e a leve embora.
Deixando só
o triste amador
fogo
sozinho a se consumir
em seu amor.
De tanto amar
em cinzas
vai se acabar.
January 25, 2007
January 22, 2007
poetahoje
Nova poesia
Saiu hoje um poema meu no Zero Hora, pagina 34, no Almanaque Gaúcho.
Show de bola!
Vou reproduzi-la abaixo caso alguém não a tenha visto.
Um abraço
Júlio
MELANCOLIA
A chuva é triste
como minha alma:
chora por dentro!
Cai lentamente
como uma prece
no coração de Deus
que se esquece
dos pedidos
que lhe fiz.
Saiu hoje um poema meu no Zero Hora, pagina 34, no Almanaque Gaúcho.
Show de bola!
Vou reproduzi-la abaixo caso alguém não a tenha visto.
Um abraço
Júlio
MELANCOLIA
A chuva é triste
como minha alma:
chora por dentro!
Cai lentamente
como uma prece
no coração de Deus
que se esquece
dos pedidos
que lhe fiz.
poetahoje
Mais poesia
Estou retornando hoje ao trabalho. Após 20 dias de férias já não via hora de retornar. Por incrível que pareça isso aconteceu comigo. Claro que enquanto estava na praia, tudo bem. Nada de sentir falta do trabalho, mas depois que retornei ainda tive uns dias de descanso em casa. Nos primeiros dias até passei bem, mas depois acabei me estressando com a pasmaceira que começa se abater sobre a gente. Imagina quando eu me aposentar. Terei de arrumar um hobby para não pirar.
Hoje saiu um poema meu no Zero Hora, na página 24 do Almanaque Gaúcho.
Vou reproduzi-la abaixo.
Um abraço
Júlio
MELANCOLIA
A chuva é triste
como minha alma:
chora por dentro!
Cai lentamente
como uma prece
no coração de Deus
que se esquece
dos pedidos
que lhe fiz.
Estou retornando hoje ao trabalho. Após 20 dias de férias já não via hora de retornar. Por incrível que pareça isso aconteceu comigo. Claro que enquanto estava na praia, tudo bem. Nada de sentir falta do trabalho, mas depois que retornei ainda tive uns dias de descanso em casa. Nos primeiros dias até passei bem, mas depois acabei me estressando com a pasmaceira que começa se abater sobre a gente. Imagina quando eu me aposentar. Terei de arrumar um hobby para não pirar.
Hoje saiu um poema meu no Zero Hora, na página 24 do Almanaque Gaúcho.
Vou reproduzi-la abaixo.
Um abraço
Júlio
MELANCOLIA
A chuva é triste
como minha alma:
chora por dentro!
Cai lentamente
como uma prece
no coração de Deus
que se esquece
dos pedidos
que lhe fiz.
January 20, 2007
poetahoje
poetahoje
Olha, acho que estou usando certo esta ferramenta. Ainda não recebi nenhuma resposta, pero não irei desistir. Se alguém ler esta msg please me dê uma resposta para eu saber que estou sendo visto. OK? Obrigado.
Conforme o prometido foi publicar mais um poema de minha autoria.
Um abraço
Bye
OS BICHOS
Os bichos
saem à noite
para caçar.
Encontram
toda sorte
de azar
pelo caminho.
Pois sempre há
um bicho
maior
que os queira
devorar
de mansinho.
Olha, acho que estou usando certo esta ferramenta. Ainda não recebi nenhuma resposta, pero não irei desistir. Se alguém ler esta msg please me dê uma resposta para eu saber que estou sendo visto. OK? Obrigado.
Conforme o prometido foi publicar mais um poema de minha autoria.
Um abraço
Bye
OS BICHOS
Os bichos
saem à noite
para caçar.
Encontram
toda sorte
de azar
pelo caminho.
Pois sempre há
um bicho
maior
que os queira
devorar
de mansinho.
January 18, 2007
solitário
Olá, galera!
Que beleza, criei meu blog.
Ainda estou aprendendo a lidar com esta ferramenta.
A necessidade me levou a isso.
A necessidade e a solidão, pois publiquei há poucos dias meu primeiro livro e até agora vendi apenas 30 volumes, entre amigos e conhecidos.
Então pensei: por que não utilizar essa ferramenta da internet para dar a conhecer ao público em geral as minhas poesias?
É o que estou fazendo.
Pretendo nos próximos dias publicar um poema de cada vez.
Quem sabe assim se alguém gostar não consigo obter o reconhecimento da minha obra.
Então lá vai, meu primeiro poema desta página:
COMPANHIA
Não estou mais
acostumado
como antes
a andar sozinho.
Já não tenho
- como antes -
os sonhos
que me serviam
de companhia.
Um abraço.
Espero que tenham gostado desse singelo poeminha.
Mas é assim que as coisa começam, não é mesmo.
Um abraço
Júlio de Passo Fundo - RS.
Que beleza, criei meu blog.
Ainda estou aprendendo a lidar com esta ferramenta.
A necessidade me levou a isso.
A necessidade e a solidão, pois publiquei há poucos dias meu primeiro livro e até agora vendi apenas 30 volumes, entre amigos e conhecidos.
Então pensei: por que não utilizar essa ferramenta da internet para dar a conhecer ao público em geral as minhas poesias?
É o que estou fazendo.
Pretendo nos próximos dias publicar um poema de cada vez.
Quem sabe assim se alguém gostar não consigo obter o reconhecimento da minha obra.
Então lá vai, meu primeiro poema desta página:
COMPANHIA
Não estou mais
acostumado
como antes
a andar sozinho.
Já não tenho
- como antes -
os sonhos
que me serviam
de companhia.
Um abraço.
Espero que tenham gostado desse singelo poeminha.
Mas é assim que as coisa começam, não é mesmo.
Um abraço
Júlio de Passo Fundo - RS.
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