May 02, 2007

Desafio

Quero propor um desafio aos meus leitores - na hipótese de haver mais de um, mas enfim, se for só o Paulo que seja - , Paulo, um desafio: quero escrever uma crônica com o seguinte título: A vida está nas ruas.
Tenho tentado elaborar esse tema, mas ele tem me escapado.
Quero falar sobre a diversidade de vida, pessoas, situações, coisas que se encontram nas ruas, nos dias mais movimentados do comércio, da luta pela sobrevivência.
Sócrates frequentava o mercado quando este fervilhava para falar de filosofia.
Essa idéia me seduz.
Quero algo que bordeje esse tema: Sócrates no mercado.
Se forem capazes de elaborar algo, gostaria de publicara aqui.
Também estou nessa labuta.
O resultado veremos nos próximos dias, se aceitarem o desafio.
Alea jacta est.
É uma incitação.
Vejamos o que sai.
Um abraço.

2 comments:

Anonymous said...

Amigo Julio,
o tema é de fato inspirador, talvez os verdadeiros ou melhores escritores sejam os que mais têm e tiveram a vivência das ruas, lembro, por exemplo, do Miller (Trópico de Câncer) que estou relendo e é exuberante, assim como provavelmente todos os chamados 'malditos'. Eu ando escrevendo bastante, especialmente tentando alguns contos, a imaginação está funcionando e fornecendo algumas idéias e tenho notado como a escrita melhora com o exercício. Numa entrevista com Walcir Carrasco (dramaturgo, autor de telenovelas da Globo) esse falou que para escrever bem é preciso ter escrito e escrever muito e vejo que, entre outras coisas, é justamente isso.

Não prometo nada porque tenho esses vários 'temas' encaminhados e crônica eu nunca escrevi muitas, (apenas algumas como exercício, tempos atrás), sem falar que a vivência das ruas não é propriamente o meu forte, mas vou tentar encarar assim mesmo.
Um abraço.

Poeta Passo Fundo said...

A idéia é essa. A incitação à escrita. Quando se tem um tema, então, não dá para desperdiçá-lo. Estragá-lo, é possível, porém desperdiçá-lo, jamás!
Foi o que aconteceu comigo. Lembra daquele conto da praça que eu te pedi uma opinião sobre ele outro dia? Então. Retomei-o depois da sua segunda observação. O que me levou a deixar a preguiça de lado - sim, a preguiça, pois é incrível como às vezes a gente se entrega à preguiça para elaborar um tema que nos ocorre -, bem, deixei a preguiça de lado e fui buscar nele aquele idéia que, eu achava, ele continha e da qual havia lhe falado. Pois bem, acho que a encontrei.
Vou publicá-lo aqui neste espaço. Vê o que tu acha.
Um abraço.